sexta-feira, 25 de abril de 2008

Resolvi fazer posts "retroativos", para marcar as datas que fazem parte da minha vida, de um modo ou de outro. Eu amo datas... E horas... Acho, na verdade, que o meu negócio são os números. Eu amo os números, perfeitos, exatos, ímpares e pares, nessa ordem. Mas não me dou bem com eles na hora de somá-los, diminuí-los, divid-los, multiplicá-los. E se tiver bebido, e numa mesa de bar, esquece. Se eu for a responsável por dividir a conta, aí FUDEU de vez. Eu SEMPRE erro, ou pra mais, ou pra menos. E com uma margem enorme, não são coisas de centavos, são coisas de mais de 3 vezes o valor devido...
Prefiro as datas e as horas, são mais simples.

As Brumas de Avalon

Depois da minha queda fenomenal, fiquei 1 mês em casa. Meu Deus, é muito tempo pra ficar deitada, olhando pro teto, vendo a vida passar e você ali, inútil, sem você poder sequer tomar um banhozinho sozinha... Um pouco de dignidade, senhor Destino, por favor. Foram dias horríveis, tenho pavor de lembrá-los... Mas, como diz o ditado, o que não mata, fortalece. E acho que saí mais fortalecida desse episódio... Bem, pelo menos tive tempo extra pra ler livros que queria há tempos ler. E minha fornecedora de material para abastecer minha mente nesse período caprichou: eu li os 3 volumes de "As Brumas de Avalon" em sequência, de forma indolor (ou quase). Amei a história, e pra quem estava com o pé pro alto vendo a vida passar pelos buracos da tela da janela ou pela porta do quarto, foi uma viagem indispensável, onde pude ver do alto das antigas terras européias (britânicas, para ser mais exata) toda uma história de conspiração, guerras, encantamento e amor, muito amor. Fiquei um pouco fixada com a história, quis ver o filme, ficava horas pensando nas tramas, parava de ler e olhava pra cima, na tentativa de adivinhar o que viria a seguir. Realmente me imaginei lá, com o Rei Arthur, conversando com a Morgana... Imaginei-me aprendiz da Morgana, tendo poderes de juntar e separar coisas e pessoas. De repente entra minha mãe, com o meu lanche da tarde, e volto pro meu quarto...

Meu pé direito

Na ocasião do meu primeiro (e único) post inaugural desse blog, eu tinha acabado de me formar. Fui da comissão de formatura, uma dor de cabeça só. Sempre tem o formando "encrenca", e na nossa não foi diferente. Nós tivemos o "Psico", o formando mais problemático da história da UERJ. Mas, voltando ao dia do evento em si: foi numa segunda de março. Foi tudo como planejávamos, EXCETO pela minha queda hollywoodiana na escada do subsolo. Me rendeu um pé engessado por 1 mês, pois estirei os ligamentos. E o pior foi que caí antes do início da cerimônia, mas não perdi o rebolado. Chorei na hora, mas com todo o cuidado para não borrar a maquiagem, minhas amigas colocaram gelo no meu pé, e segui em frente. Manquei o tempo todo, meu pé foi virando uma bola, mas lá estava eu no palco, firme e forte. "Tô fundo, tô raso". E ainda fui beber com a família e amigos depois. Mas teve uma hora que não aguentei mais, e pedi para me levarem ao hospital. Saldo da noite: um canudo na mão, muitas fotos e uma visita à ortopedia da Policlínica de Botafogo, com direito a uma bota nova apenas no pé direito.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

De volta, será?

Achei que voltaria em definitivo em 2005. Ledo engano. Talvez esteja voltando agora, 3 anos depois, mais madura. Ou talvez novamente eu ache que esteja voltando, mas estou apenas no ápice do meu desespero e, consequentemente, da empolgação às avessas. Vamos ver no que dará isso...